Por 4 votos a 3, TSE rejeita cassação da chapa Dilma-Temer na eleição de 2014 ~ Blog do Abraão Barros Parambu

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Por 4 votos a 3, TSE rejeita cassação da chapa Dilma-Temer na eleição de 2014



O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) absolveu nesta sexta-feira (9), por 4 votos a 3, a ex-presidente Dilma Rousseff e o presidente Michel Temer da acusação de abuso de poder político e econômico na campanha de 2014.

A maioria dos ministros considerou que não houve lesão ao equilíbrio da disputa e, com isso, livrou Temer da perda do atual mandato e Dilma da inegibilidade por 8 anos.

voto que desempatou o julgamento foi o do ministro Gilmar Mendes, presidente do TSE, o último a se manifestar.

A ação julgada pelo TSE foi apresentada pelo PSDB após a eleição de 2014 e apontava mais de 20 infrações supostamente cometidas pela coligação “Com a Força do Povo”, encabeçada por PT e PMDB.

A principal era a suspeita de que empreiteiras fizeram doações oficiais com o pagamento de propina por contratos obtidos na Petrobras, além de desvio de dinheiro pago a gráficas pela não prestação dos serviços contratados.

Além da perda do mandato e da inegibilidade de Dilma e Temer, o PSDB reivindicava na ação que os candidatos derrotados Aécio Neves e Aloysio Nunes fossem empossados presidente e vice.

O julgamento da chapa, que começou em abril deste ano, foi retomado nesta semana com os votos do relator, Herman Benjamin, e dos demais ministros da Corte. Também se manifestaram os advogados das partes (defesa e acusação) e o Ministério Público Eleitoral.

CONTRA A CASSAÇÃO

A FAVOR DA CASSAÇÃO
Herman Benjamin (relator)

Voto de desempate
O placar favorável a Temer e Dilma só foi confirmado no voto do presidente do TSE, Gilmar Mendes, a quem coube desempatar o julgamento.

No voto, o ministro disse que cassação de mandato só deve ocorrer em “situações inequívocas” e que o tribunal não existe para resolver crise política, argumentando em favor da “estabilidade”.

“Não se substitui um presidente da República a toda hora. A Constituição valoriza a soberania popular, a despeito dos valores das nossas decisões. Mas é muito relevante. A cassação de mandato deve ocorrer em situações inequívocas”, afirmou.

O ministro disse que os fatos apurados no processo poderiam contaminar disputas realizadas desde 2006, que elegeram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e depois deram a Dilma seu primeiro mandato.
O ministro disse querer o combate à corrupção, mas defendeu para isso uma reforma no sistema político.

Quanto às acusações, Gilmar Mendes considerou que o processo extrapolou o que havia inicialmente na ação do PSDB, com a inclusão de depoimentos de executivos da Odebrecht.

Site G1

0 comentários:

Postar um comentário

CURTA NOSSA PÁGINA

Todos os direitos reservados Abraão Barros. Tecnologia do Blogger.

MERCHANDISING

MERCHANDISING

MAIS SAÚDE

MAIS SAÚDE

MÉDICA VETERINÁRIA

MÉDICA VETERINÁRIA

COMERCIAL SÃO MATEUS

LOJA CENTER MIX

N-SISTEM

ÓTICAS MARINHO

Total de visualizações

VALE A PENA OUVIR

SIGA O AUTOR DO BLOG NO G+

Arquivos de Notícias

MAIS LIDAS DA SEMANA